(Desde já aviso: postagem longa!)
Ainda estou em férias (merecidas e tão queridas, diga-se de passagem). Comecei a trabalhar na Associação Amigos do Projeto Guri em dezembro de 2008. Quase depois de 2 anos, férias! Tinha tantos planos... Doce ilusão!
Queria viajar, ao menos dois diazinhos, já que estou no meio do semestre e as aulas me impedem de prolongar qualquer ausência.
Chegou o dia 20 (sim 7 dias após o pagamento da fatura!) e o crédito não havia sido liberado! Porém o valor foi descontado da minha conta (nossa! Que feia que ficou essa rima podre!).
Liguei na minha agência, resposta da atendente: “Você não pode falar com o seu gerente, deixe o seu recado e mais tarde retornamos”.
Expliquei o caso.
Mais tarde a atendente retorna: “O gerente disse que a sua fatura foi paga normalmente”
Sim! Disso eu já sabia afinal o valor foi descontado da minha conta!
Expliquei de novo.
Ela desligou na minha cara.
Enfureci.
Liguei novamente e depois de ter descascado a batata a atendente pediu para que eu aguardasse até o dia seguinte.
Não aguardei.
Decidi ir até a agência para falar pessoalmente com o meu gerente. Resposta do carinha que fica no caixa eletrônico com o jaleco “Posso Ajudar?”: “Estamos sem sistema, não será possível você falar com o gerente”. A mãe de quem??
Esqueci... Meu gerente é Deus! Ah tá! Explicado.
Liguei no SAC do Banco do Brasil. Me disseram que eles não poderiam resolver, que eu ligasse na Central de Cartões.
Liguei na Central de Cartões, eles não poderiam resolver, somente o meu gerente. Disse que meu gerente “Não podia falar comigo”, segundo os funcionário do Banco do Brasil.
Liguei na Ouvidoria. Mas os 3 números de protocolo que eu possuo não servem para nada. Não estava registrado nenhuma ocorrência.
Entrei no Twitter. Conversei com o @MaisBB. Não me ajudaram. Veja abaixo:
Obrigada por forças maiores (Deus, quer dizer, meu gerente), aguardei até o dia seguinte.
No dia seguinte, fui até a agência, logo de manhã. Já pronta para passar o dia caso o Banco do Brasil ficasse sem sistema ou o meu gerente-Deus estivesse muito ocupado.
Fui prontamente atendida (leia-se depois de uma fila de 1 hora).
Resposta do gerente: “A sua conta é migrada da Nossa Caixa, pode ser que o limite tenha sido tirado”.
Eu – “Mas o Banco do Brasil não me avisou disso, você pode, por favor, verificar?”
Deus – “Sim”
Algum tempo depois:
Deus – “Aqui consta que há uma compra no valor de $$, aguardando liberação da Central de Cartões.”
Eu – “Não é possível, eu não realizei uma compra desse valor”
Deus – “Tem certeza? Você pode ter se esquecido, se confundido”
Eu pensei – ConFUDIDA você quer dizer? – Disse – “Eu me lembraria de uma compra desse valor!!!”
Deus – “Vou entrar em contato com a Central de Cartões”
Algum tempo depois:
Deus – “Você terá que aguardar a liberação dessa compra”
Eu – “Mas que compra? Eu não fiz.”
Deus – “Temos que aguardar, pois nem eu e nem a Central de Cartões conseguimos visualizar.”
Eu – “Como assim? Isso é impossível! Seu eu não fiz e ninguém consegue visualizar, logo ela não existe!”
Deus – “Você terá que aguardar, até sexta-feira, dia 24/09. Tudo bem?”
Eu – “Não, não está tudo bem. Vocês estão com ‘o meu dinheiro’ e está tudo bem?”
Deus – “Não há nada que eu possa fazer, você terá que aguardar.”
Eu pensei – “Vai tomar no cú” – sai sem dizer tchau.
Obrigada por forças maiores (Deus, quer dizer, meu gerente), aguardei.
Na sexta-feira, dia 24/09, me ligam do Banco do Brasil:
Atendente – “Por favor, a Sra. Paula Beatriz?”
Eu – “É ela.”
Atendente – “Já te ligaram para falar a respeito do seu cartão de crédito?” (nem eles sabem o que fazem...)
Eu – “Você está me ligando para isso, certo?”
Atendente – “Sim. Foi diagnosticado um erro de procedimento e o pagamento do seu cartão de crédito, apesar de ter sido descontado, não foi computado pela Central de Cartões.”
Eu – “Eu imaginei isso, disse a todos, e ninguém deu bola.”
Atendente – “Já está sendo solucionado.”
Eu – “Ótimo!”
Atendente – “No dia 28/09 o seu cartão de crédito já estará disponível para uso”.
Depois disso ‘xinguei’ (o Word manda dizer falei mal, prefiro xinguei) até a mãe do meu gerente. Mas sem nenhum resultado, afinal o Banco do Brasil nada pode fazer para ser de fato meu banco.
Resultado: dia 28 de setembro eu retorno para o trabalho. Minhas férias foram fudidas pelo “Meu Banco”...


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